Fico aqui observando meus filhos e me perguntando se temos
realmente que ter uma data certa no calendário da vida.....Dia de mãe é todo dia que ouvimos "Manhêeeeeee...." É o ficar acordada até de madrugada pois o filhinho(a) de 30 anos não chegou ainda da rua.... É sorrir em lágrimas por uma bobagem qualquer que nossos rebentos fazem ou falam... É viver de sonhos e de amanhãs incertos... Olhar aquela criaturinha e nela depositar nossas melhores partes de tudo... Nossas vidas... Nossos projetos.... Nosso eu! Mas, é também dia da mãe aquele em que acordamos nos sentindo filhas e carentes! Aquele em que queremos o colo e mais nada! Os sonhos cedem espaço as lágrimas... O alento ao cansaço.... A certeza à desesperança. Sim, mãe também sente tudo isto: Aquela vontade enorme de congelar por seis meses o filho que tanto grita, reclama, não quer comer e nem fazer nada! O desejo de trancar-se no guarda roupa e ali ficar dependurada meio às calças deixando a vida correr. Sente raiva Sente dor Quer colinho Carinho Amor E, troca tudo isto por um sorriso travesso de seu pequeno tesouro e se sente enorme e poderosa na efemeridade E se sente feliz e inteira. Que a Grande Mãe nos abrace a todas e continue permitindo a cada uma de nós sermos na terra, as portadoras do milagre maior de Deus: Gerar uma nova vida! |
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Produced by Kátia Arantes
Atualizada em
abril/2000
Equipe Cultura Online