C. DRUMMOND DE ANDRADE
   (1902-1987)

 • José
 • Acordar, Viver

Em 1925, já redator do Diário de Minas, teve contato com os modernistas de São Paulo. Na Revista de Antropofagia publicou, em 1928, o poema "No meio do caminho", que provocaria muito comentário. Em agosto de 1987 morreu-lhe a única filha, Julieta. Doze dias depois, o poeta faleceu. Em vida, já era consagrado como o maior poeta brasileiro de todos os tempos. Pela grandiosidade e pela qualidade, sua obra não permite qualquer tipo de análise esquemática. Para sentir sua, o melhor caminho é ler o maior número possível de seus poemas.