| JORGE
DE LIMA (1893-1952 ) |
| A obra de Jorge de Lima permanece robusta e poderosa como um penhasco na solidão incomparável de seu gênio. Pura altitude, como os céus de Goethe e os abismos de Dante, desafiando nossa condição de leitores borgianos, tocados pela sua poesia escandalosamente bela, tal como a considerou Mário de Andrade, que percebia em Jorge de Lima uma escassa invenção, infinitamente compensada por uma vasta imaginação, e que fazia dele "o caso mais apaixonante da poesia contemporânea do Brasil". |
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ALGUMAS POESIAS: • Madorna de Iaiá • Minha Sombra • Cristo Redentor do Corcovado • Poema Relativo • Poema à Pátria • Democracia |