MÁRIO QUINTANA
   (1906-1968)

onde trabalhou sob a direção de Erico Verissimo. Em sua poesia há um constante travo de pessimismo e muito de ternura por um mundo que, parece, lhe é adverso.

"Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. Nada disso! sou é caladão, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros?Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese. Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem das palavras."