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Deixando o Jornal do Commercio, foi sucessivamente fundador e diretor do
Semanário Política e Letras; redator do Diário de Notícias, diretor de A
Noite e da Rádio Nacional, chefe de redação do Jornal do Brasil; diretor
da Tribuna da Imprensa; diretor da revista Senhor; secretário do Cruzeiro
Internacional; diretor de redação de O Cruzeiro e, novamente, redator do
Jornal do Brasil, função que deixou em 1965, ao viajar para Portugal como
adido cultural à Embaixada do Brasil. Na vida pública, Odylo Costa, filho,
foi Secretário de Imprensa do Presidente Café Filho, diretor da Rádio Nacional
e Superintendente das Empresas Incorporadas ao Patrimônio da União. A partir
de 1963, circunstâncias dolorosas levaram-no de volta a uma prática mais
constante da poesia, que não abandonara de todo embora fugisse à publicação
em letra de fôrma. Animado por Bandeira, Rachel de Queiroz e outros amigos,
Odylo Costa, filho, reuniu afinal seus versos em volume publicado em Lisboa
em 1967. |