HERBERTO HELDER
   (........- ........)
Considerado por muitos como um poeta fascinante, com um enorme poder encantatório, Herberto Helder tem, no entanto, uma posição paradoxal na Literatura portuguesa, apresentando-se como um poeta obscuro, insuficientemente estudado pela crítica e ausente de manifestações culturais de natureza oficial.
Poesia
O Amor em Visita (1958); A Colher na Boca (1961); Poemacto (1961); Lugar (1962); Electronicolírica (1964); Húmus (1967); Oficio Cantante (1967); O Bebedor Nocturno (1968); Poesia Toda I (1973); Poesia Toda II (1973); Cobra (1977); O Corpo, O Luxo, A Obra Photomaton e Vox (1979); Flash (1980); A Cabeça entre as Mãos (1982); Última Ciência (1988); As Magias (1988); Do Mundo (1994).
Prosa
Os Passos em Volta (1963); Apresentação do Rosto (1968); Vocação Animal