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Pai
Nosso
Que estais no céu
Santificado seja o vosso nome
Venha a nós o vosso reino
Seja feita a vossa vontade
Assim na terra, como no céu
O Pão nosso
De cada dia
Nos dai hoje
Perdoai as nossas ofensas
Assim como perdoamos
A quem tem nos ofendido
Não nos deixais cair em tentação
Mas livrai-nos de todo mal
Amém
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Meus
Pensamentos
Que povoam a minha cabeça
Puras sejam as minhas palavras
Venha a nós a felicidade
Seja realizado tudo o que desejarmos
Tanto materiais, como espirituais
O nosso objetivo
De uma existência digna
Seja nossa prioridade
Aceitemos os defeitos dos outros
Assim como nós esperamos
Que aceitem os nossos defeitos
Não acreditemos nas coisas fáceis
Mas livrai-nos das atitudes derrotistas
Assim eu acredito e ajo. |
Através de várias parábolas e metáforas da Bíblia, o Criador
quer nos dizer que o próprio Cristo (às vezes, se referindo à própria
Igreja) está ‘dentro de nós’. Portanto, é óbvio que devemos buscar nossas
respostas, nossa salvação e nossa felicidade dentro de nós mesmos. E é
lá, dentro de nós mesmos, que devemos procurá-las. “Pai” é a figura que
nos guia e orienta. “Nossos pensamentos” é que nos guiam e orientam as
nossas ações. Nosso corpo é a própria morada de Deus. Portanto, nosso
“cabeça” é o nosso “céu”. “Nomes” são todas as “intenções e palavras”
verbalizadas por nós. É por isso que se acredita que se deva sempre ‘pensar
positivo’, que é o ‘pensar santificado’. O “reino”de Deus para nós é a
noção de paraíso, que nada mais é do que a nossas “sensação de felicidade
e realizações plenas”, em todos os sentidos. A infinita generosidade e
bondade de Deus é a de nos ver plenamente realizados em todos os nossos
sonhos e desejos. E, por isso, a “terra” representa as nossas necessidades
fisiológicas e materiais, enquanto o “céu” representa nossas necessidades
de realizações emocionais e espirituais. Deus generosamente quer nos ver
realizados em todos os aspectos da vida. O “pão” como alimento é vital,
necessário para manter acesa a nossa chama da vida no dia de hoje, assim
como “objetivos dignos” são vitais para se manter acesa a nossa “motivação
e entusiasmo para viver e crescer”. Não se está afirmando que devamos
pensar apenas no dia de hoje, conformando-nos com a nossa presente situação
material e/ou espiritual. Ao contrário, devemos crescer sempre em todos
os aspectos. “Nossas ofensas” são, na verdade, o defeito dos outros que
tanto nos incomoda, irrita ou ofende. Da mesma forma e ao contrário, são
os nossos defeitos que incomodam, irritam e ofendem àqueles que nos são
mais próximos.Vivamos com tolerância, em família, em comunidade, em grupo,
em equipe ou em times. ”Cair em tentações” é o mesmo que “acreditarmos
que poderemos viver sem esforço e trabalho árduo” ou que nossos desejos
e a nossa própria felicidade nos chegará de bandeja”. O “mal” deve ser
entendido como qualquer tipo de “fraqueza humana”, seja moral(usurpar
terceiros, p. ex.), espiritual(timidez, complexos, p. ex.) ou fisiológica(doenças,
p. ex.). Para qualquer destas fraquezas, a “atitude” da pessoa diante
do problema é determinante: se é positiva pode salvar, se a atitude é
negativa pode acelerar a derrota. É desta forma que procuro encarar o
mundo.
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