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Eu Eu sou um aprendiz da vida. Não sei muitas coisas a respeito de muitas coisas, principalmente sobre aquelas coisas sobre as quais eu acho que conheço muito.
Brasil Brasil, você é a nação mais vocacionada, mais aparelhada, mais adequada, mais capacitada para assumir a posição da melhor, mais bela, insuperável e inigualável “área de alimentação e lazer” do imenso “Shopping Center Global”. Somos uma nação predestinada a assumir a posição de líder absoluto de um novo cenário mundial, quando a “era da informação” for substituída pela “era do edílio”. Preparemo-nos rápido pois a era da informação passará tão rápido quanto surgiu. Em poucas décadas o mundo será uma só gigantesca nação bilíngue com, aproximadamente, 10 bilhões de cabeças ociosas e barrigas famintas. Essa massa humana vai precisar desesperadamente se entreter(não haverá emprego, pessoas terão que se ocupar com alguma coisa) e se alimentar. Dois fatores abundam no Brasil: belezas e motivos para entretenimento e área e condições adequadas para a agropecuária.
Artes As artes estão para mim assim como o desconhecido está
para um cientista. As artes plásticas são para mim um ambiente curioso, rico, desconhecido, ainda por ser descoberto. O artista que afirmar que conhece arte estará sendo presunçoso e arrogante. Poderá, quando muito, conhecer aquilo que já foi feito por alguém, no passado. A arte não é algo sobre o qual se possa afirmar categoricamente qualquer coisa, como se científica fosse.
A arte é expressão humana. A arte é o sentimento tornado
concreto. A arte é a concretização da alma. O estilo do artista, portanto, é a digital da sua expressão, é a assinatura da sua alma.
Futebol Se a arte plástica é a expressão individual de cada um de nós, arriscaria-me a afirmar que o futebol é uma das várias expressões artísticas do coletivo brasileiro. Pessoalmente, gosto de futebol simplesmente por ser mais um motivo para celebrar a amizade que tenho pelo Fábio, meu filho de 10 anos e fanático pelo São Paulo Futebol Clube. Gosto de assistir as partidas da seleção brasileira, em qualquer circunstância, pois são os raros momentos em que a auto-estima do povo brasileiro fica em alta.
Cassinos Os conceitos e os valores associados aos cassinos têm, na
minha modesta opinião, muita correlação com o Brasil,
como país, e com os Brasileiros, como povo. Acredito que muitos sociólogos concordariam com a tese segundo a qual o povo brasileiro é profundamente vocacionado para ser líder mundial nas indústrias ligadas ao entretenimento, tais como: hotelaria, turismo, jogos, diversão, esportes, eventos folclóricos, entre vários outros. Infelizmente, nossa elite política e religiosa é cega e preconceituosa demais para enxergar virtudes onde, até há poucos anos, só havia paradigmas pejorativos, degenerados e distorcidos. O tempo é senhor da razão. A história mostrará quem está com a razão.
Carnaval A minha opinião sobre o Carnaval é a mesma sobre o Futebol, ou seja, é uma expressão do coletivo brasileiro nos campos da música e do folclore.
Turismo O turismo, segundo os gurus de economia, é a indústria do futuro! A indústria limpa, não poluente, verde etc.. Concordo e vou além: a indústria do turismo e do entretenimento levarão o Brasil, quase que involuntariamente, para a posição de grande potência mundial. O turismo, associado ao agribusiness, resgatará a diginidade do povo brasileiro, ofertará o volume de empregos necessários para absorver os nossos milhões de jovens. Estas duas indústrias revelarão as vantagens comparativas e os diferenciais competitivos que tornarão nossa economia inigualável. Nosso PIB estará entre os cinco maiores PIBs mundiais. Nossa renda per capita será semelhante à de qualquer nação européia. Viveremos períodos de desenvolvimento, riqueza e abundância
que o povo brasileiro jamais sonhou.
Agropecuária Agricultura e pecuária são as duas bases daquilo que aprendemos a rotular de “agribusiness”(negócios da agropecuária). Minha opinião é a mesma anterior.
Resumidamente, costumo afirmar nas rodas de amigos que a vocação natural do Brasil é a de “assumir a condição de a praça de alimentação e a área de lazer do imenso shopping global”. Nenhuma outra nação em todo o planeta
reune as condições e os pré-requisitos necessários para assumir a liderança nestas duas grandes indústrias do futuro próximo: a indústria da alimentação e a indústria do entretenimento e do lazer. Quem viver, verá, ou melhor,
quem viver, gozará!
  Política Externa Em se tratando de Política Externa, o Brasil precisava parar de fazer tanta política e fazer mais negócios. Nossos embaixadores deveriam ser todos mais negociantes, mais economistas, mais administradores, mais marketeiros. Deveriam ser mais gerentes de produtos brasileiros, mais representantes comerciais das nossas indústrias genuinamente nacionais. Ajudando a conquistar mais mercados para os nossos produtos, mais dinheiro para nossas indústrias, mais recursos para garantir os nossos empregos. Mais empregos para sustentarmos as nossas famílias. Precisamos pensar grande!
Política Interna Em se tratando de Política Interna, ao contrário, deveríamos parar de fazer tantos negócios para fazermos mais política. De preferência, políticas públicas! Chega de tanta tacanhesa, de tanto ‘negocin”, de tanta negociata. Em vez de ganharmos pouquinho dos nosso pobre e esfolado povinho, que tal se ganhássemos muito dos outros países, honestamente, ou seja, exportando!
Financiamento
Público
É um absurdo o que se faz no Brasil com o dinheiro
coletado do pobre cidadão através dos impostos. A esmagadora parcela dos fundos públicos de financiamento a taxas de juros baratas são dados aos empresários estrangeiros. Nada contra os empresários estrangeiros, apenas acho que eles já devem ter recebido muitos incentivos dos governos “deles”. “Eles” não precisam(mas adoram receber!) dos incentivos do pobre povo brasileiro. Que tal se o BNDES financiasse apenas a iniciativa privada brasileira! As milhões de micro-empresas que não sobrevivem pois são tratadas tributariamente como multinacionais, já no seu trigésimo dia de vida. E tome impostos! E tome desemprego! E tome violência! E tome ignorância coletiva e das elites.